Número de negros e árabes na seleção principal incomodaria dirigentes do país europeu
Equipe Universidade do Futebol
A Federação Francesa de Futebol (FFF) foi acusada, e o treinador da equipe principal, Laurent Blanc, rebateu. O comandante dos Bleus rechaçou qualquer possibilidade de a entidade, na figura dos responsáveis pela coordenação técnica das categorias de base, estarem envolvidos em atos discriminatórios.
Relatos na mídia européia indicaram que a FFF estaria criar cotas étnicas, a fim de limitar negros e árabes nos times menores. Blanc e dirigentes da federação, então, teriam se reunido e aprovado a medida.
“Nunca ouvi nenhuma menção a esse rumor. Desde cerca de 15 anos, a política de seleção é discriminatória para um certo número de jogadores, os critérios atlético e físico sendo essenciais”, rebateu o ex-capitão francês.
“Atualmente, os jogadores menores são penalizados, isso é discriminação”, continuou Blanc em sua argumentação, referindo-se aos jogadores jovens que vêm de centros de treinamentos de futebol.
O número de negros e árabes, de acordo com os jornais, incomodaria dirigentes. Blanc, entretanto, disse se incomodar com o fato de colocar o termo “raça” nesse debate.
“Quando alguém me acusa desse tipo de discriminação, isso me irrita. Diversidade existe, nas ruas e no futebol”, finalizou.
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Benê Lima