Para comandante do Arsenal, perfil do técnico de elite mudou bastante ao longo dos últimos anos e agora função exige dos profissionais caráter mais humano e persuasivoEquipe Universidade do Futebol
Técnico do Arsenal desde 1996, o francês Arsène Wenger vivenciou de perto as grandes mudanças que ocorreram na função de comandar uma equipe de futebol na última década.
E, após esta experiência, o treinador europeu aponta que o perfil do profissional que treina um clube de elite foi o que mais mudou ao longo dos últimos anos.
"Basicamente, o trabalho passou de um papel meramente técnico para uma função multidimensional", disse o francês ao site oficial da Uefa.
Wenger participa da 14ª edição do Fórum de Treinadores de Elite, evento organizado pela mesma Uefa desde 1999 e que tem como objetivo debater assuntos relacionados aos treinadores, como gestão e liderança, relações com jogadores, preparações para um jogo, entre outras ideias.
"Atualmente, um treinador não só tem responsabilidades técnicas como também é o líder carismático de um clube; uma pessoa que introduz um estilo de jogo e guia o clube rumo ao futuro. Para isso, ele precisa convencer os outros de que tem potencial para conseguir este feito", apontou.
"Hoje em dia, o papel é menos técnico e mais humano e persuasivo. Deixou de ser um treinador para passar a ser um gestor", completou.
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Benê Lima