Sinopse

"Neste espaço encontra-se reunida uma coletânea dos melhores textos, imagens e gráficos sobre o futebol, criteriosamente selecionados e com o objetivo de contribuir para a informação, pesquisa, conhecimento e divulgação deste esporte, considerando seu aspecto multidisciplinar. A escolha do conteúdo, bem como o aspecto de intertextualidade e/ou dialogismo - em suas diversas abordagens - que possa ser observado, são de responsabilidade do comentarista e analista esportivo Benê Lima."
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terça-feira, julho 09, 2013

Patrocinadores de Anderson Silva viram piada na rede

Além da óbvia associação negativa com um lutador que perdeu sua luta, montagens e mensagens postadas no Instagram e Twitter fazem questão de ressaltar o quão danoso pode ser a ligação das marcas com Anderson Silva no atual momento

AdNews / Administradores.com

 

Anderson Silva 01

 

A derrota de Anderson Silva na luta contra Chris Weidman na madrugada do último domingo, 7, não foi ruim apenas para o, agora, ex-campeão do UFC. Os patrocinadores do atleta também saíram perdendo.

Benê - citação 01

Além da óbvia associação negativa com um lutador que perdeu sua luta, montagens e mensagens postadas no Instagram e Twitter fazem questão de ressaltar o quão danoso pode ser a ligação das marcas com Anderson Silva no atual momento.

Um exemplo é o slogan criado pela Nike, o "Anderson Knows" ("Anderson Sabe", em tradução livre). Ele foi um dos mais utilizados pelos tuiteiros para chacotear o campeão.

"'Anderson Sabe' como ser nocauteado", diz uma das mensagens postadas (veja aqui). Até mesmo a camiseta com o Slogan foi modificada para tirar sarro do lutador. Veja abaixo:

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Fonte: Reprodução/Twitter

Outro usuário resolveu comparar Burger King ao Bob’s e Nike a Olympikus. "Anderson Silva vai perder contrato com o Burger King e a Nike e fechar contrato com Bob's e Olympikus", diz a mensagem (veja aqui).

Outra montagem pega no pé do Burger King. A imagem diz que perdedores comem na rede de fast-food patrocinadora de Anderson Silva. A foto mostra o próprio Anderson devorando um sanduíche. Confira:

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Fonte: Reprodução/Instagram

Outro usuário resolveu publicar o que ele chamou de novo calçado do Anderson Silva. Um tênis da Nike grande, ao estilo calçado de palhaço já que, segundo o tuiteiro, foi este o papel que Anderson Silva fez no ringue. Veja:

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Fonte: Reprodução/Twitter

Outro tweet dizia que o CCAA vai pegar o Anderson Silva emprestado do Wizard. O motivo é ter o gancho perfeito para uma variação de seu slogan: "Se você não se garante, a língua te derruba."

Nem mesmo um ex-patrocinador do lutador escapou das chacotas. Uma mensagem reproduzida pelo humorista José Simão dizia que "quando o Anderson Silva era patrocinado pelo Corinthians ele não perdia nenhum assalto". (veja aqui)

adnews - o certo

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terça-feira, março 06, 2012

Depoimento de Benê Lima ao Universidade do Futebol

O mote é um comentário do ex-treinador e atual diretor de futebol das categorias de base do São Paulo FC, René Simões, em recente visita ao Barcelona FC: 


“... um banho de normatização, organização, respeito a filosofia de jogo, e metodologia de trabalho. Me entristece ao verificar que tudo isso no Brasil é considerado fútil, inútil e teórico demais. 

Paciência! Eles estão dando banho de futebol. Assisti à goleada de 5 x 0 da Espanha na Venezuela. Parecia profissionais contra juvenis tamanha a diferença. 

A bola era escondida ao adversário. Só́ podiam correr e dar a saída depois dos gols. Ainda há tempo para voltarmos a fazer o que fazíamos com tanta facilidade. Brasil e brasileiros, queiramos mais”.

 

Universidade do Futebol - Qual é o seu sentimento ao ouvir isso de um gestor técnico de campo brasileiro?

Benê Lima - Amigos,

 Benê Lima no JP Debate (WebTV)

Cronista esportivo Benê Lima

 

Sinceramente, não me surpreende que um gestor de campo brasileiro exponha, da forma como o fez René Simões, aquilo que o raciocínio analítico dedutivo já nos vem mostrando ostensivamente há alguns anos. Ou não é uma realidade que temos sido uma das maiores vítimas do processo de globalização do futebol, em que nossa identidade acabou por ser quase inteiramente subjugada?

 

Não importa o sentimento pelo qual sejamos tomados ou até aturdidos, ao introjetarmos a pungente realidade de estarmos perdendo nosso protagonismo no mundo da bola. O essencial é que admitamos nossa nova condição, para que possamos identificar as causas a ela inerentes, além daquela que acabamos de propor e que, repito, passa pela reprodução do modelo globalizado. Se o problema existe e tentar mistificá-lo não produzirá as soluções que ele reclama, só nos resta trabalhar de modo diligente e criterioso para propor soluções. Portanto, a grande interrogação a ser feita é: quais os caminhos a seguir para mudarmos o atual estado do futebol brasileiro?

 

Não resta dúvida que a solução ‘barcelonista’ como resposta à questão acima proposta é a detentora do maior apelo e poder de sedução. Contudo, além de certo grau de incompatibilidade com a realidade socioeconômica e cultural brasileira, por seu alto custo e complexidade, ela excluiria a grande maioria dos times brasileiros, pela falta de estrutura dos clubes que lhes dão origem. Outro fator de desencanto pela solução catalã é que ela não é implantável sequer em médio prazo, o que dirá em curto prazo. Ademais, ela exigiria daqueles clubes que quisessem adotá-la a criação de uma superestrutura para as suas divisões de base, condição inaceitável para alguns e inatingível para a grande maioria deles.

 

Imagem associada a notícia em: La Masia

La Masia, Barcelona

 

 

Pelo que expomos até aqui, creio que a percepção dos leitores, com base na ‘sintomatologia’ do problema, já os conduziu a um vislumbre da equação problema-solução, que a nosso juízo passa pela reavaliação de toda a metodologia de trabalho que vem sendo utilizada nas categorias de base, com destaque para a reformulação da formação dos atletas.  A propósito, numa nossa recente participação em um seminário com o propósito de discutir o trabalho de base dos clubes de futebol no estado do Ceará, assistimos, um tanto perplexo, aos questionamentos dos integrantes das comissões técnicas, sobre as razões de tão baixa produção em seus clubes, sobretudo em posições de características mais defensivas, como zagueiros e goleiros.  Observamos, pois, que a convicção que nos acompanhava da localização do problema estar nos limites das comissões técnicas, notadamente em suas metodologias de formação dos atletas, não encontrava ressonância alguma naquela plateia, o que nos fez ver que por isso a solução ainda estava distante.

 

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Seminário sobre categorias de base

 

 

Aos clubes não basta terem em suas fileiras profissionais competentes sem que eles e seus projetos sejam acreditados. Por sua vez, crer-se neles significa dar-lhes todas as condições de trabalho (estrutura, logística, equipamentos, etc.). Feito isso, os clubes precisam manter em sua estrutura técnico-administrativa um mínimo de capital intelectual para a gestão de suas comissões técnicas, sem o quê não se construirá parâmetros de aferição confiáveis do trabalho delas.

 

Com a reinvenção do trabalho das comissões técnicas, antevejo dois níveis de concepção de trabalho, com o objetivo de lidar com as diferentes realidades dos clubes. Uma dessas concepções se pautaria pela predominância da excelência; a outra se ocuparia da promoção da ‘alquimia’ típica da inovação e da criatividade.

 

É preciso admitir que a competência dos nossos profissionais não tem sido suficiente para que sejamos modelo na formação de atletas, tampouco na execução do jogo com todas suas variantes. Também não precisamos ir à Espanha para confrontarmos essa realidade. Basta considerarmos, proporcionalmente, a vizinha Argentina para verificarmos que ficamos para trás na formação do atleta e do cidadão, bem como na eficácia do treinamento. Não por acaso, qualquer atleta brasileiro mediano, produz mais onde se valoriza o aspecto coletivo do futebol que no próprio Brasil, onde viceja o culto à individualidade.

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sábado, julho 16, 2011

A maturação sexual como divisor de águas no futebol feminino

Habilidades adquiridas à parte, atleta pré-puber poderá ter rendimento futuro determinado por herança do DNA

César Cavinato

Conforme o combinado, continuamos nossa proposta de discutir aspectos relacionados ao futebol feminino, apesar da tristeza de nossa seleção já estar fora da Copa do Mundo.

Mesmo assim, manifesto publicamente meus cumprimentos a todas as atletas e comissão pelo ótimo trabalho desenvolvido, pois sabemos de todas as limitações em relação à falta de apoio e de estrutura de nosso país.

Mas o assunto desta semana refere-se ao aspecto maturação.

Sabendo que o crescimento e desenvolvimento humanos seguem processos contínuos de transformações, uma pessoa que cumpra seu ciclo normal de vida percorrerá as seguintes fases: recém nascido, bebê, criança (primeira infância e segunda infâncias), pré-adolescência, adolescência, idade adulta e senescência.

No geral, aspectos relacionados à aquisição de gestos motores têm seus períodos ótimos de desenvolvimento antes da idade adulta, enquanto que alterações de composição corporal são normalmente decorrentes de hormônios produzidos a partir da puberdade.

Sendo assim, diferente dos meninos que saem da infância para adolescência com melhora de desempenho pelo aumento de testosterona, nas meninas a maturação pode ser um fator prejudicial.

Pelo fato do estrogênio (hormônio feminino) gerar acúmulo de gordura na região dos seios e do quadril, geralmente as meninas apresentam queda de rendimento nesta fase da vida, já que a gordura corporal é um tecido que pesa, ocupa espaço, porém não produz trabalho.

Isso significa que uma jogadora pré-puber, independente de sua capacidade técnica e de suas habilidades adquiridas, poderá ter seu desempenho futuro determinado por sua herança genética, pois quanto maior o acúmulo de gordura corporal pós puberdade, maior será o prejuízo em seu desempenho para o futebol.

Além disso, se contarmos que muitas meninas iniciam a vida sexual precocemente e passam a usar métodos contraceptivos que contribuem para maior retenção de líquido, alteração metabólica e maior acúmulo de gordura, temos mais um aditivo prejudicial ao rendimento esportivo.

Considerando, então, que as alterações advindas da puberdade são até certo ponto imprevisíveis, i.e., não há como estimarmos com acurácia o que irá acontecer exatamente com a estatura final, o tamanho dos seios ou a quantidade total de gordura que será acumulada em uma menina – esse é um problema longe de ser resolvido.

A única solução é deixar esse aspecto de lado e focar atenção no ensino correto dos gestos técnicos, desenvolver habilidades específicas da modalidade e, principalmente, massificar a prática para o maior número possível de meninas pré-púberes.

Desse modo, as garotas que geneticamente não sofrerem tantas transformações negativas para a prática do futebol poderão manter o desempenho e quem sabe um dia transformar a prática em carreira; e aquelas que, lamentavelmente, não se mantiverem competitivas, poderão utilizar a modalidade como lazer ou prática para manutenção de parâmetros de saúde, utilizando o futebol como meio de atividade física.

Mas será possível o futebol ser utilizado por mulheres como manutenção da boa forma e de parâmetros relacionados à saúde?

A resposta virá na próxima quinta!

Até lá.

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domingo, julho 03, 2011

Ney Jr., o Neymar, recebe ‘mesada do papai’ de 10 mil reais

Ney Jr. recebe R$ 10.000 por mês, reflexo da educação financeira e da gestão de carreira construídas em casa

Você sabia que um dos melhores jogadores do mundo – seguramente vai ser o melhor em breve – ainda ganha “mesada” do pai?

Sim, Neymar, o brilhante “Menino da Vila”, recebe R$ 10.000 todo mês, das mãos do seu pai.

Ok. R$ 10.000 é muita coisa.

OK, mas é muito menos do que os contratos assinados pelo jogador, com o Santos e com os patrocinadores, lhe asseguram.

Ok, mas isso não interessa aqui.

O que interessa é a educação financeira que o pai do prodígio lhe transmite, independentemente de múltiplos assessores que rodeiam o craque nas mais distintas áreas.

Com 13 anos, Neymar recebia do Santos um salário de R$ 30.000.

O pai, então, decidiu se dedicar integralmente ao filho nessa educação e gestão da carreira.

E tinha muita experiência, porque, em suas próprias palavras, “sabia muito o que fazer para uma carreira não dar certo”, uma vez que havia sido jogador medíocre e perambulado por vários clubes pequenos profissionalmente.

À experiência, somou-se a autoridade paterna, vinculando o aumento da “mesada” às metas atingidas.

O pai deixou o filho comprar o primeiro carro, com 18 anos... financiado em 48 vezes, em parcelas pagas que cabiam no bolso.

Queria um carro melhor e mais caro.

O pai disse que se fosse artilheiro do Sul-Americano sub-20 e fizesse gols na final, teria.

O filho conseguiu. O pai cumpriu o trato.

Neymar não foge muito do estereótipo dos craques do futebol brasileiro, ao nascer em berço humilde.

A diferença está no fato de que esse berço humilde sempre teve pai e mãe muito presentes na vida do filho.

Essa é a forja dos ídolos que se perpetuam.

E falando em educação financeira, dada a exuberância irracional do consumo no Brasil, pouca gente deve ter tido, em casa.

Até nas melhores famílias.

Taí uma oportunidade de negócio pro pai do Neymar.

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quinta-feira, junho 23, 2011

Redes Sociais descortinam novas carreiras com melhores salários

« Tweetar: Redes Sociais fazem surgir novas carreiras. [salários iniciais de R$ 1.500]

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por LIGIA TUON

Contar o número de cliques em um link, o tempo médio de visualização de um vídeo, fazer relatório de quantos retuítes um post recebeu no Twitter. Agora, essa atividade é uma profissão. E bem procurada no mercado. Isso porque as empresas começaram a entender que divulgar conteúdos nas redes sociais – como Facebook, Orkut e o próprio Twitter – trazem um retorno importante para os negócios. Mas faltam especialistas para desempenhar a função.

“Redes como o Facebook abriram um novo mercado e as empresas estão tendo resultados, divulgando produtos e serviços para o público que interessa”, conta Yara Rocca, especialista em comunicação empresarial e mídias sociais. “Para isso, são necessários profissionais qualificados, porque a demanda é enorme”, diz.

Segundo dados de maio do Ibope, 36,4 milhões de pessoas no País usam pelo menos um dos três sites de relacionamento (Facebook, Orkut ou Twitter). O número representa 80% de todos os usuários que navegaram no mês.
E são profissões como analista de redes sociais, analista de métricas e especialistas em marketing digital que estão surgindo para suprir essa demanda. “A pessoa tem de entender de planejamento de comunicação, segmentar público e produzir conteúdo relevante”, aponta Yara.

Outro requisito é gostar de navegar pelas redes sociais. “Para quem quer entrar nessa área, o primeiro passo é ser um consumidor de mídias sociais”, afirma a coordenadora do curso de extensão em comunicação e mídias sociais da Faap, Andrea Mello.

E quem preenche essas vagas são sobretudo jovens entre 20 e 30 anos, justamente por terem mais intimidade com o meio. “Tem que entender da linguagem, da tecnologia e do timing das redes sociais”, explica Rafael Lamardo, professor de pós-graduação em marketing digital da ESPM. “É uma oportunidade que os jovens devem aproveitar e uma porta de entrada nas empresas, pois os negócios estão cada vez mais sociais.” [...]

administrador de empresas, Paulo Gonçalves, de 26 anos, começou a se especializar na área de mídias sociais (Foto: André Lessa/AE)

Oportunidade que o administrador de empresas, Paulo Gonçalves, de 26 anos, agarrou, quando começou a notar a necessidade crescente do mercado. “Abri uma empresa de webdesigner, a Avanti, há cinco anos. Mas há pouco tempo comecei a me especializar na área de mídias sociais.”

Como o mercado ainda não oferece graduação para quem quer atuar na área, Paulo foi atrás de cursos, palestras e leu livros sobre o assunto. “Hoje, se um cliente para quem eu desenvolvo o site não tem conteúdo disponível em mídias sociais, eu indico e faço o trabalho”, conta o empresário.

Quem inicia nessa área pode começar ganhando R$1,5 mil, segundo Yara. “Dependendo da empresa e da experiência, pode ganhar até R$ 10 mil, embora ainda não existam muitos profissionais neste patamar no Brasil.”

sexta-feira, junho 17, 2011

Conheça algumas práticas adotadas pelas 100 melhores empresas para trabalhar

De acordo a pesquisa, 47% das empresas incentivam práticas esportivas fora do ambiente de trabalho

Infomoney

 

As empresas estão cada vez mais preocupadas com a qualidade de vida de seus profissionais. Um levantamento realizado pelo Great Place to Work com As 100 melhores Empresas para Trabalhar no Brasil revela que elas adotam práticas que beneficiam tanto a saúde física com a mental dos seus colaboradores.

 

Segundo o levantamento, 47% das empresas incentivam práticas esportivas fora do ambiente de trabalho e 21% realizam algum tipo de atividade física em suas próprias instalações.

 

Além disso, 48% possuem horários flexíveis para todos os funcionários e 75% concedem apoio psicológico total ou parcial para toda a empresa.

 

Avaliação do profissional


Na pesquisa, os profissionais têm de avaliar a sua percepção em relação ao ambiente de trabalho, analisando a seguinte frase: “As pessoas são encorajadas a equilibrar sua vida profissional e pessoal”.

 

Desde 1997, quando a pesquisa foi iniciada no País, até 2010, a média de pessoas que afirmavam que "sim" subiu de 74% para 80%, nas empresas consideradas as melhores para trabalhar. Nas demais empresas, a média foi de 58%. A diferença de mais de  20 pontos percentuais entre as Melhores Empresas para Trabalhar e as demais demonstra que o fator é considerado um diferencial para os funcionários.

 

Outra afirmativa, que busca saber se o local de trabalho é psicologica e emocionalmente saudável para trabalhar, alcançou média de 82% nas Melhores Empresas para Trabalhar com os maiores índices de confiança e de 60% nas demais avaliadas.

 

    Divulgação    
       
    Escritório do Google    

 

 

Equilíbrio


Os dados revelam ainda que 26% dos funcionários consideram que o principal motivo que os faz permanecer em suas empresas é o fato de elas proporcionarem equilíbrio entre vida pessoal e profissional. As empresas que possibilitam aos seus profissionais se ausentarem do trabalho, caso necessário, atingem média de 80%.

 

Há ainda a percepção de ser tratado como pessoa e não somente como funcionário. Neste quesito, as melhores empresas apresentam média de 81%.

 

Fonte: Administradores.com.br

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Qual a profissão do futuro?

Benê Lima“Nunca foi tão atual a busca da felicidade [satisfação] pela escolha adequada da profissão. A intenção é de ajudá-los. Se não for conseguido, não vale dizer que o inferno está cheio de bem-intencionados. Isso é mentira.” (Benê Lima)

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Ser bem remunerado, ganhar dinheiro, ter uma carreira e um futuro promissor, tem como pré-requisito ser feliz

 

 

Saudações a todos! Na semana passada, aproveitando o momento “Ronaldo Fenômeno”, falei com vocês sobre a hora de parar, estão lembrados?

Qual é a hora de parar?

A coluna foi bastante acessada por pessoas dentro do contexto, mas para a minha surpresa recebi muitos e-mails sobre o outro extremo, e as dúvidas mais recorrentes foram: “Estou terminando o colégio e pretendo ingressar em uma universidade. Qual o curso de graduação que devo fazer? Qual a profissão do futuro? Qual me trará maiores ganhos financeiros?”.

Respondi as mensagens dentro da linha de raciocínio que passo a descrever a seguir. Hoje existe muito marketing e muitos interesses no setor da educação e, consequentemente, surgem muitos nomes de cursos. Percebam que as universidades precisam criar nomes atrativos e vender seus cursos. Do ponto de vista de marketing de negócio, elas estão certíssimas, pois embalar seu produto de maneira atrativa é uma das chaves para o sucesso de qualquer negócio.

Então, como escolher "a melhor profissão" tendo em média 18 anos e estando prestes a ingressar em uma universidade? Além das profissões tradicionais, como a de médico, dentista, advogado, engenheiro mecânico, administrador de empresas e contador, entre outras, novas opções promissoras são as ligadas à preocupação global e à sustentabilidade do planeta. Também podemos destacar as profissões ligadas às novas formas de mídias, principalmente focadas em mídias nas redes sociais.

Há também as profissões que estão e estarão sempre em alta, pois sustentam qualquer outra atividade, como engenharia de energia, engenharia de minas, nutrição, agronegócio, programação, tecnólogos etc.

As dicas que dou sempre ao ser questionado sobre que cursos/profissões a escolher são:

1) Procure informações detalhadas sobre cada um dos cursos de seu interesse.
2) Verifique no mercado a aceitação das profissões que gostaria de exercer.
3) Avalie os pontos positivos de cada profissão.
4) Procure conversar com quem exerce a profissão.
5) Avalie os pontos avaliados como negativos por quem atua na área. Nas redes sociais há vários grupos de debate sobre todas as áreas e segmentos.
6) Veja as regiões de maior demanda e verifique se está disposto a atuar fora do eixo regional que você conhece.
7) Pesquise as empresas que atuam no setor e veja se estão entre as que você sonha em trabalhar.

Depois disso, dentro dos seus objetivos, identifique as profissões que mais despertam sua atenção e estão dentro do que você gosta de fazer. Não sabe o que fazer ou está com dúvidas? Aconselho que faça um teste vocacional ou uma avaliação do seu perfil comportamental, pois avaliações dessa natureza ajudam a identificar a profissão que melhor se adapta ao seu estilo e que estejam de acordo com suas características pessoais.

Acredite: ser bem remunerado, ganhar dinheiro, ter uma carreira e um futuro de sucesso, tem como pré-requisito ser feliz, e isso significa escolher um curso para atuar na área que goste!

Ser feliz? Sim! A felicidade é ponto crucial e explico o motivo:

1) A pessoa que trabalha feliz e no que gosta faz o trabalho com mais motivação.
2) Ao trabalhar com motivação a pessoa é mais produtiva.
3) Sendo mais produtiva a pessoa produz mais.
4) Mais produção com o mesmo = mais resultados para a empresa.

Fazendo um paralelo como o mundo do futebol, posso dizer que não adianta querer jogar de atacante, buscando mais visibilidade e um salário maior, se a minha aptidão é atuar como goleiro. Sendo um excelente goleiro, serei feliz, terei uma remuneração compatível com a minha função e agregarei muito valor à minha carreira e à minha equipe.

Portanto, estar feliz realizando seu trabalhando beneficia você, seu time (empregador) e a toda a equipe!

É isto pessoal. Agora, intervalo! Vamos aos vestiários e nos vemos na próxima semana.

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