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"Neste espaço encontra-se reunida uma coletânea dos melhores textos, imagens e gráficos sobre o futebol, criteriosamente selecionados e com o objetivo de contribuir para a informação, pesquisa, conhecimento e divulgação deste esporte, considerando seu aspecto multidisciplinar. A escolha do conteúdo, bem como o aspecto de intertextualidade e/ou dialogismo - em suas diversas abordagens - que possa ser observado, são de responsabilidade do comentarista e analista esportivo Benê Lima."

sexta-feira, setembro 23, 2011

Após lesão de Ganso em jogo da seleção brasileira, Santos estuda cobrar CBF

Informação do jornal Lance! é de que clube exigirá pagamento de salários ao atleta por conta de problema médico sofrido em amistoso
Equipe Universidade do Futebol

 

Apesar da boa campanha de recuperação na tabela do Campeonato Brasileiro, o Santos ainda ressente a falta de possibilidade de contar com Paulo Henrique Ganso. O talentoso meia está fora dos gramados desde o último dia 5 de setembro, quando sofreu uma lesão na coxa esquerda em defesa da seleção brasileira no amistoso contra Gana. E o clube deve cobrar um ressarcimento da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

De acordo com informações do diário Lance!, os salários do atleta no período – ele só deve estar à disposição da comissão técnica santista em meados de outubro – devem ser quitados pela entidade máxima.

A base de argumentação da direção é o artigo 41 da Lei Pelé. Por intermédio dele, a CBF teria de bancar cerca de R$ 130 mil relacionados aos vencimentos de Ganso. Há necessidade, para isso, que o Santos comprove, com exames clínicos, que antes da convocação o atleta estava em perfeitas condições.

“Sendo direito do clube, isso deve ser cumprido pela CBF. Não no sentido de briga, mas de cumprir o que a legislação diz. Não é nada mais do que justo”, afirmou Pedro Luiz Conceição, diretor de futebol alvinegro, ao jornal.

O assunto, entretanto, ainda não foi debatido pela cúpula. O presidente do Santos, Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro, possui boas relações com o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e o clube pode eventualmente não querer um atrito desta ordem.

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Benê Lima