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"Neste espaço encontra-se reunida uma coletânea dos melhores textos, imagens e gráficos sobre o futebol, criteriosamente selecionados e com o objetivo de contribuir para a informação, pesquisa, conhecimento e divulgação deste esporte, considerando seu aspecto multidisciplinar. A escolha do conteúdo, bem como o aspecto de intertextualidade e/ou dialogismo - em suas diversas abordagens - que possa ser observado, são de responsabilidade do comentarista e analista esportivo Benê Lima."

quarta-feira, fevereiro 24, 2010

fut_espanha
Diante de crise econômica, clubes da Espanha almejam redução de impostos
Ingressos de futebol pagam taxas dobradas em relação a outros eventos, como teatros e cinemas
Equipe Universidade do Futebol

Uma equiparação com outros eventos culturais, como teatros, cinemas e parques de diversão, no que se refere ao pagamento de taxas. Esse é o pedido da Liga Profissional de Futebol da Espanha (LFP), que atua à frente dos clubes locais.

Uma reunião foi convocada pela entidade representativa com o governo para pedir diminuição dos impostos sobre os ingressos de jogos do campeonato nacional. A medida traria benefícios à modalidade em um momento de crise econômica.

O pedido é para que o tributo seja de 7%, o mesmo cobrado de bilhetes daquelas outras atividades de lazer – atualmente, as entradas de futebol são taxados em 16%.

“Não queremos tirar dinheiro do governo, mas o que temos que pensar aqui é que o futuro do futebol espanhol está em risco”, afirmou o presidente da LFP, Jose Luis Astiazaran.

“A redução na taxa seria uma medida bem-vinda que iria contribuir para promover o esporte, assim como satisfazer a exigência de igualdade e neutralidade fiscal”, completou.

Astiazaran almeja ainda alterar o sistema de distribuição da renda de direitos de televisão. Hoje, Real Madrid e Barcelona detêm quase metade da cota total. Na avaliação do mandatário, deveria haver uma negociação de modo centralizado mais bem distribuído.

Joan Laporta, presidente do Barcelona, garante que o clube catalão não pretende aceitar mudanças, porque isso enfraqueceria sua agremiação em relação às rivais europeias.

Tal debate ocorre em um momento complicado. O governo espanhol viu a taxa de desemprego subir para 20%, além do déficit do produto interno bruto (PIB) chegar aos 11,4%.

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